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20 setembro, 2011

Liraglutida - A Bola da Vez

Anvisa emite nota informando que medicamento contra diabetes tipo 2 pode causar efeitos colaterais graves se empregado por pacientes que desejam apenas perder peso

Rio  - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre o uso inadequado do medicamento injetável Victoza (liraglutida). Desenvolvido pelo laboratório Novo Nordisk, o remédio, feito para controlar o diabetes tipo 2, está sendo utilizado para emagrecer. “O uso para outra finalidade que não seja antidiabético pode causar riscos sanitários para a população”, diz nota da Anvisa.

Esses riscos, segundo o órgão, seriam pancreatites, desidratação, alteração da função renal e distúrbios da tireoide — além de efeitos adversos relatados também por quem usa o Victoza para controlar o diabetes, como dores de cabeça, náusea e diarreia.

“A única indicação aprovada atualmente para o medicamento é como agente antidiabético. (...) Não foram apresentados à Anvisa estudos que comprovem qualquer grau de eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso”, diz a nota.

A Anvisa decidiu publicar a nota após ter conhecimento de que alguns médicos estariam receitando o Victoza para auxiliar pacientes na perda de peso — uma atividade chamada “off label”.

POLÊMICA NA DIETA

A prática de receitar remédios sem indicação da bula é feita quando há evidências de que a droga pode ser útil para outros fins que não o indicado. O “off label” não é antiético, segundo o Conselho Federal de Medicina, desde que o médico informe ao paciente sobre o produto.

Essa não é a primeira vez que a Anvisa emite alertas sobre o uso de medicamentos para emagrecer. Há alguns meses, o órgão começou uma longa discussão sobre o uso de anorexígenos e Sibutramina. Inicialmente, pretendia banir de vez esses medicamentos, mas há alguns dias pode ter mudado de ideia. A proibição valeria apenas para os anorexígenos. A Sibutramina, no entanto, teria controle mais rígido na venda.

Segundo a Anvisa, até o final deste mês a novela da Sibutramina terá um fim. Para os usuários do Victoza, entretanto, o prazo será mais longo: o Novo Nordisk sequer terminou estudos que mostram que a droga seria boa para aqueles que desejam perder alguns quilos.

Pessoal, venhamos e convenhamos também que pra perder 12Kg em 6 meses como relatou a revista Veja, basta começar a praticar atividade física e pegar firma com a dieta né?! Afina,l são apenas 2Kg por mês, uma meta muitíssimo alcançada por pacientes empenhados!!! Se isso for MILAGRE vamos ter que colocar na capa da revista muitos nutricionistas e educadores físicos que por um preço muito menor que o da Liraglutida consegue fazer com que os pacientes que procuram a diminuição de peso alcancem seu objetivo!!! (Minha Opinião - Angélica Silveira Lima).

Matéria retirada de O Dia On Line

03 abril, 2011

Novas Regras para Cirurgia Bariátrica para Diabéticos

A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) divulgou pela primeira vez um documento com diretrizes para a realização da cirurgia bariátrica em pacientes com diabetes.
O relatório traz regras mais precisas e rígidas para fundamentar a opção de tratamento via redução de estômago. Entre elas, há a recomendação de exames pré-operatórios mais sofisticados (de retina e de avaliação da função do fígado, por exemplo).
O documento considera a cirurgia uma opção para diabéticos com IMC (índice de massa corporal) entre 30 e 35.
No entanto, essa indicação para pessoas com obesidade leve só vale em casos excepcionais, quando o diabetes não é controlável clinicamente e há risco cardíaco.
O texto afirma que a prioridade da cirurgia continua sendo para pacientes com obesidade mórbida (IMC acima de 40), ou moderada (acima de 35) com doenças relacionadas, como o diabetes.
No Brasil, o Conselho Federal de Medicina estabelece que a cirurgia só é indicada para esses dois casos.
O texto "The IDF Taskforce on Epidemiology and Prevention" foi apresentado na segunda, no Congresso de Intervenção para Terapia do Diabetes Tipo 2, nos EUA, que terminou anteontem.
O documento foi redigido por 20 endocrinologistas, cirurgiões e especialistas em saúde pública de diversos países, incluindo o Brasil. 



Matéria retirada de Folha.com

28 março, 2011

Chocolate e Diabetes: Uma parceria possível?

PÁSCOA!!! 

Tempo de celebrar a ressurreição de Cristo... e de consumir chocolates!!!!
 Os ovos de Páscoa são os atores principais desta festa! Tamanhos e recheios diferentes, amargo, ao leite, branco, com frutas, castanhas, mas quanto consumir desta guloseima sem afetar a glicemia? E o aumento do peso

O chocolate é altamente calórico e quando ingerido em grandes quantidades e de forma constante proporciona ganho de peso.
O consumo excessivo de chocolate (mesmo o diet) pode acarretar às pessoas com diabetes a elevação da glicemia. O chocolate diet é uma opção disponível, porém, também causa a elevação da glicemia a longo prazo. São isentos de adição de açúcar, entretanto, contém carboidratos e muita gordura.

O portador de diabetes deve estar atento na hora de escolher o chocolate que vai consumir, regular ou diet, lendo o rótulo e observando a quantidade de carboidratos para substituir pelo equivalente no plano alimentar, e preferir os que têm menor teor de gordura.
Uma armadilha seria entender que, por ser um chocolate dietético ou até mesmo sem adição de açúcar, ele pode ser consumido livremente. Chocolate dietético não é menos calórico do que o chocolate tradicional. Esses chocolates por não conterem açúcar na sua composição possuem mais gorduras, para compensar o sabor e alcançar a textura adequada. Desta forma, o produto torna-se ainda mais calórico que o chocolate comum. Portanto fique atento antes de se esbaldar na Páscoa!!!


Matéria retirada de SBD

30 novembro, 2010

Alho em óleo


O vegetal desponta agora como um aliado para deter doenças do coração que atacam o diabético


Nada menos que 80% das pessoas com diabete morrem de problemas cardiovasculares. um deles é a cardiomiopatia, causada pelo excesso de glicose no sangue, fenômeno que induz a proliferação de radicais livres. Essas moléculas lesam o múscilo do coração, provocando a insuficiência do órgão. Felizmente, um estudo da Universidade Médica da China, em Taiwan, acaba de identificar um parceiro na briga contra o mal: o alho. Os cientistas injetaram o óleo da planta em ratos diabéticos e observaram que o açúcar que circulava pelos vasos dos bichos gerava menos estragos ao coração. "O vegetal é rico em antioxidantes, que combatem os radicais livres e impedem, assim os danos ás células", atesta a nutróloga Marcella Duarte, da Associação Brasileira de Nutrologia, em Curitiba.


O que ele tem de especial


Ajoeno ................................................................... antioxidante

Alicina ......................................... derruba a pressão sanguínea

Potássio .................................. aumenta a elasticidade arterial

Selênio .............................................. fortalece o sistema imune

Vitamina C ............................................................. antioxidante



Matéria retirada da Revista Saúde

30 setembro, 2010

Creatina ajuda a controlar a glicemia em diabéticos do tipo 2


A suplementação alimentar de creatina, um composto derivado de aminoácidos, aliada a exercícios físicos regulares, melhora o controle glicêmico de pessoas com diabetes do tipo 2.

Pesquisas do Laboratório de Nutrição e Metabolismo da USP revelam que a creatina ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue, que se apresenta elevada em diabéticos.

A segurança do composto também foi comprovada, pois não foram observadas alterações ou sobrecarga das funções renal e hepática nos diabéticos participantes do estudo.

Diabetes tipo 2

A diabetes do tipo 2 é caracterizada pela incapacidade das células absorverem glicose da corrente sanguínea, o que é explicado pela resistência do organismo à ação da insulina.

As principais indicações médicas para o controle da doença são a prática de atividades físicas e o uso de hipoglicemiantes orais.

"Ambos ajudam a jogar o açúcar para dentro da célula e a creatina pode ter um papel nessa função também", declara Bruno Gualano, professor do Departamento de Biodinâmica do Movimento Humano e autor da pesquisa.

Creatina mais exercícios

Os estudos constataram que a suplementação de creatina, juntamente com os exercícios físicos, é mais eficiente no tratamento da doença do que os exercícios praticados isoladamente e tão eficiente quanto à metformina - medicamento mais empregado no tratamento de diabetes do tipo 2.

Além disso, Gualano ressalta que a eficácia da creatina foi observada em conjunto às atividades, ou seja, apenas a suplementação de creatina, sem treinamento físico, poderia não resultar em benefícios.

As melhoras observadas se explicam pois a creatina atuou no deslocamento, chamado de translocação, da proteína GLUT-4. "Ela fica dentro das células. Sua função é se deslocar do interior até a superfície, 'pegar' o açúcar que está fora, no sangue, e transferi-lo para dentro da célula", explica Gualano.

Em diabéticos tipo 2 essa função não é realizada em níveis adequados. "A creatina atuou nesse aspecto, elevando a translocação de GLUT-4 a níveis similares aos observados em pessoas sem a doença", completa.

Liberação da creatina

Até o fim de abril, suplementos alimentares de creatina tinham sua comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois se alegava que os efeitos nocivos à saúde não eram conhecidos.

Porém, inúmeras pesquisas científicas já comprovaram que o composto - produzido naturalmente pelo organismo - não é prejudicial à saúde se ingerido com moderação.

As pesquisas da EEFE constataram, mais uma vez, a segurança da creatina. Não houve nenhum tipo de prejuízo à saúde dos pacientes que ingeriram o composto, em doses de cinco gramas por dia, ao longo de três meses. Uma possível sobrecarga das funções renal e hepática também não foi observada.

"Um terço dos pacientes tinham doença renal crônica e mesmo assim não foram constatados problemas ou alterações. O mesmo vale em relação ao fígado", aponta Gualano, que acrescenta: "A creatina tem um potencial terapêutico excepcional e pode ser essencial no tratamento de muitas doenças caracterizadas por perdas de força, massa muscular, cognição, massa óssea e sensibilidade à insulina."


Matéria retirada do site Diário da Saúde

12 agosto, 2010

Fim da Picada


Sensor usa luz para detectar nível de glicose em diabéticos

Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma forma absolutamente não-invasiva para medir os níveis de glicose.

Para acabar de vez com a dor e a inconveniência das picadas a que devem se submeter constantemente as pessoas com diabetes, os cientistas estão desenvolvendo um sensor que funciona usando unicamente luz.

Pessoas com diabetes tipo 1 devem monitorar atentamente o nível de glicose no sangue: açúcar demais pode causar danos aos órgãos, enquanto muito pouco açúcar priva o organismo do combustível necessário ao seu funcionamento.

A maioria dos pacientes precisa picar os dedos várias vezes ao dia para extrair o sangue para os exames.

Sensor de glicose por luz

O biossensor de glicose por luz, idealizado pelo físico Michael Feld, usa uma técnica chamada Espectroscopia Raman, um método que identifica as substâncias químicas com base na frequência das vibrações das ligações químicas que mantêm suas moléculas unidas.

A técnica é capaz de indicar o nível de glicose no sangue simplesmente iluminando o braço ou o dedo do paciente com luz, eliminando a necessidade de extrair o sangue.

Ainda em estágio de pesquisa, o protótipo do equipamento tem o tamanho de um notebook, mas deverá ser miniaturizado no futuro.

Concentração de glicose

Um dos grandes obstáculos que os cientistas têm enfrentado é que a luz utilizada, na faixa de frequência conhecida como infravermelho próximo, penetra apenas cerca de meio milímetro abaixo da pele.

Com isto, o aparelho mede a quantidade de glicose no líquido que banha as células da pele, conhecido como líquido intersticial, e não a glicose em todo o sangue.

Para superar o problema, os pesquisadores criaram um programa de computador que relaciona as duas concentrações, o que lhes permite prever os níveis de glicose no sangue como um todo a partir da concentração de glicose no líquido intersticial.

Eles desenvolveram também um método de calibração, chamado Correção Dinâmica de Concentração, que leva em conta a velocidade com que a glicose se difunde do sangue para o líquido intersticial.

Isto é importante porque, imediatamente após o paciente comer ou beber algo doce, a glicose no sangue sobe rapidamente, mas leva de cinco a 10 minutos para causar um aumento correspondente no fluido intersticial.

Espectroscopia Raman

A natureza não-invasiva da espectroscopia Raman tem potencial para melhorar a qualidade de vida dos pacientes com diabetes em todo o mundo. Mas, para ser prático, qualquer dispositivo desse tipo precisa ser pequeno, barato e simples de usar.

Os pesquisadores do MIT afirmam que a máquina miniaturizada que eles estão desenvolvendo agora deverá reduzir os custos substancialmente, tanto pela miniaturização quanto pela redução da complexidade do instrumento.


Matéria retirada do site Diário da Saúde

19 julho, 2010

Cálcio, potássio e magnésio diminuem doenças cardiovasculares


A alimentação adequada em quantidade e qualidade auxilia na diminuição do risco de doenças cardiovasculares. Várias reportagens em revistas, jornais, televisões e rádios alertam sobre o perigo relacionado a maus hábitos alimentares, aliados a sedentarismo, tabagismo, obesidade visceral e diabetes melito, além de um grande consumo de sal -- fator de risco para a hipertensão arterial sistêmica.

Os produtos lácteos desnatados, por apresentarem boa quantidade de proteína, cálcio, potássio e magnésio podem auxiliar na prevenção da hipertensão arterial sistêmica. A recomendação diária é de três porções ao dia -- ou seja, aproximadamente três copos de leite cheios ou três fatias de queijo com aproximadamente 40 gramas cada uma.

E, para deixar de ser um candidato a desenvolver as doenças cardiovasculares, consuma também cinco porções de frutas, verduras e legumes (aproximadamente 400 gramas). Essa é uma recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde).

A recomendação da OMS para uma vida saudável também inclui a redução de alimentos ricos em açúcares, sódio, frituras e gordura.

Boa semana e muita saúde!!!


Matéria retirada do site Folha On Line

07 julho, 2010

Alho Negro: A moda dos Chefs


O alho-negro é o ingrediente do momento entre chefs europeus e americanos -- no Brasil, também é usado em restaurantes. Seu dente, de cor marrom intensa, consistência cremosa e sabor levemente adocicado, permite usufruir das propriedades medicinais do alho sem os característicos amargor e cheiro forte.

As alterações são resultado da fermentação e da maturação do Allium sativum, que ocorrem em estufa e levam até 40 dias. "O excesso de umidade amolece o alho e induz a proliferação de fungos, que transformam amido em açúcar", diz a cozinheira Marisa Tiemi Ono, que já produziu dois lotes experimentais.

"O cheiro fica sutil e, na boca, a primeira impressão é um adocicado que tende ao ácido, deixando um amargor de alho tostado só no final", descreve Ono, que sugere usar o alho em receitas de massas e arroz.

Para o chef do restaurante Emiliano, José Barattino, o sabor lembra o de frutas passas. "Acho muito parecido com ameixa", compara ele, para quem esse alho é um produto de finalização, que combina com sabores "potentes" como o de bacalhau, atum e porco.

O chef do restaurante Kinoshita, Tsuyoshi Murakami, testou e aprovou o alho-negro marinado no missoshiru (sopa) e fatiado em um carpaccio de atum. "No Japão, o alho é usado como remédio", diz. "O alho é um alimento funcional. Ajuda a reduzir pressão e glicemia e é um potente antioxidante", atesta a mestranda em nutrição pela Unifesp Juliana de Oliveira.

No Japão e na Coreia do Sul, o alho-negro é consumido na forma de pasta. Aqui, ela está à venda em mercearias coreanas.


Bacalhau com alho-negro

Calorias: 612 por porção

Ingredientes
(para quatro pessoas)

Bacalhau
:: 2 lombos dessalgados de bacalhau
:: 1 colher (sopa) de azeite extravirgem

Caldo de peixe
:: 1/2 kg de espinhas de peixe branco
:: 2 folhas de louro
:: cebola, salsão e alho-poró

Molho
:: 1 xícara (chá) de caldo de peixe
:: 1 colher (sopa) de azeite
:: 1 dente de alho-negro**
:: salsinha picada a gosto

Modo de preparo

- Para o caldo, coloque as espinhas em uma panela e adicione água até cobri-las. Acrescente os demais ingredientes e leve ao fogo.

- Quando levantar fervura, abaixe o fogo e deixe por mais 30 minutos. Coe.

- Asse o bacalhau em forno preaquecido a 180ºC com um fio de azeite.

- Para o molho, leve o caldo de peixe ao fogo para reduzir um pouco.

- Acrescente o azeite e o alho-negro, bata com um mixer de mão e finalize com a salsinha.


Matéria retirada do site Folha On Line

05 junho, 2010

Adeus Agulhas: começa teste com comprimidos de Insulina!


Depois de anos de pesquisas, vão começar os testes clínicos de primeiro nível com as pílulas de insulina, que prometem tornar mais fácil para milhões de pacientes em todo o mundo controlar o diabetes.

Este é o primeiro passo para que o medicamento possa, se aprovado, chegar às farmácias e libertar os diabéticos das picadas constantes para injeção da insulina no organismo.

O progresso mereceu a capa da última edição da revista Chemical & Engineering News, da Sociedade Americana de Química.


Insulina oral

A revista ressalta que os fabricantes de medicamentos têm tentado por anos desenvolver a insulina oral, mas sem muito sucesso.

A insulina é um hormônio peptídeo que as pessoas com diabetes tomam - por meio de injeção - para controlar o nível de açúcar no sangue.

O desconforto gerado pelas picadas é apontado pelos especialistas como a maior causa do descontrole dos níveis de açúcar no sangue, muito comuns nos pacientes diabéticos.

Isso poderia ser prontamente resolvido com um comprimido de insulina que permitisse substituir a injeção pela ingestão por via oral.


Revestimento do comprimido de insulina

O maior problema, contudo, é que os ácidos e enzimas do estômago destroem facilmente a insulina e outros medicamentos à base de proteínas.

Os cientistas tiveram muitas dificuldades para encontrar uma forma eficaz de eliminar este problema.

A solução foi encontrada com o desenvolvimento de revestimentos especiais para os comprimidos de insulina, que impedem o ácido do estômago de destruí-los.

Os cientistas também estão usando aditivos que tornam mais fácil para o intestino absorver moléculas grandes, como as da insulina.


Cautela

Vários comprimidos de insulina estão em diferentes fases de ensaios clínicos.

Agora, uma eventual demonstração de sua eficácia poderá permitir que eles passem para a fase final, com testes clínicos mais rigorosos.

Contudo, só o tempo dirá se as pílulas de insulina, tão esperadas, poderão realmente chegar ao mercado.


Matéria retirada do site Diário da Saúde