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25 março, 2011

Gaúchos lideram o ranking de obesidade no país

A saúde do coração dos gaúchos corre sérios riscos. O churrasco pode estar com os dias contados no cardápio. O Rio Grande do Sul está em primeiro lugar no ranking brasileiro de obesidade e sobrepeso. As doenças cardiovasculares decorrentes deste problema já podem ser consideradas como epidemia. Em 30 anos o Brasil pode se tornar o campeão mundial de doenças do coração, superando os Estados Unidos. Os dados foram divulgados pela Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (Socergs) segundo uma pesquisa realizada em julho de 2010 pelo Instituto Methodus.

Em Pelotas 115 pessoas foram entrevistadas. Deste universo, 40,2% estão com sobrepeso e 8,9% considerados com obesidade moderada. Índices esses que ultrapassam Porto Alegre, onde dos 400 entrevistados, 36,8% foram avaliados com sobrepeso.

Fatores de risco

Cinco são os fatores de risco ligados às doenças cardiovasculares: tabagismo, hipertensão, diabetes, sedentarismo e obesidade. Leivas afirmou que o fumo é o motivo principal de doenças do coração. Questionados sobre o consumo de cigarros 19,1% dos pelotenses se declararam fumantes. De acordo com Leivas, no Rio Grande do Sul a queda do consumo de tabaco é menor em relação a qualquer outro estado do país. Os homens ainda fumam mais que as mulheres. Entretanto o número de fumantes cresce entre os adolescentes. Em segundo lugar estão os maus hábitos alimentares. A carne vermelha e o excesso de sal também são grandes vilões nesses resultados.

Crianças obesas

"Criança gorda não é criança saudável. Os pais precisam aprender isso de uma vez por todas", explicou Leivas. Muito tempo em frente ao computador, à televisão e ao videogame, aliado a uma alimentação baseada em fast foods, salgadinhos, refrigerantes e doces, somados a pouca ou a nenhuma atividade física. O resultado disso são meninos e meninas com peso excessivo.

Matéria retirada de  Só Nutrição 

07 setembro, 2010

Obesidade rouba 8 anos


De acordo com estudo divulgado em congresso internacional sobre obesidade na Suécia, pessoas obesas morrem, em média, oito anos antes em comparação com pessoas da mesma faixa etária sem distúrbios alimentares.

A pesquisa foi feita por uma equipe de dinamarqueses do Hospital Universitário de Copenhague, com 5.000 recrutas entre 20 e 80 anos. Dois mil deles eram obesos no início dos trabalhos. O estudo aponta que a tendência a engordar começa antes dos 20 anos. A partir desse patamar, a probabilidade de desenvolver obesidade diminui, conforme aponta o estudo.

Segundo os cientistas, o risco de morte prematura aumenta 10% a cada unidade acima do patamar de 25 pontos do Índice de Massa Corporal (IMC), estabelecido como limite para peso normal.

O valor leva em conta a massa de um indivíduo em função da altura para determinar a taxa de gordura.

"Com 70 anos, 70% dos homens do grupo com massa normal e 50% das pessoas obesas da pesquisa estariam vivos e nós estimamos que, a partir da meia-idade, as pessoas acima do peso morreriam oito anos antes na comparação", explica Esther Zimmermann, médico e coordenador do estudo.

Mesmo sem considerar mulheres, os pesquisadores do Instituto de Medicina Preventiva do Hospital, setor responsável pelo trabalho, acreditam que os dados corroborem estudos anteriores com o gênero.

Matéria retirada do site Banco de Saúde

14 abril, 2010

Como o Brasileiro se alimenta

Confira os dados sobre a alimentação e atividades físicas dos brasileiros.

Estimativas globais da OMS indicam que a alimentação saudável e a prática regular de atividades físicas possuem alto impacto na prevenção de doenças cardiovasculares, do diabetes e de diversos tipos de câncer.

A pesquisa Vigitel 2009, levantou dados sobre a alimentação e atividades físicas dos brasileiros. Confira as principais estatísticas:

Consumo de feijao

Consumo de verduras e frutas

Consumo de gorduras

Atividades fisicas brasil

Sedentarismo brasil


Matéria retirada do site Banco de Saúde