12 maio, 2010

O tal Efeito sanfona



O desejo de toda mulher é emagrecer e nunca mais engordar. Para isso, muitas recorrem às dietas radicais, jejuns prolongados, consumo apenas de líquidos e sopas, que levam ao eterno emagrece-engorda, mais conhecido como efeito sanfona.


Mas por que isso acontece?


As células do nosso corpo se alimentam principalmente de glicose (principal fonte de energia). Quando os níveis de glicose no sangue diminuem, o corpo usa a proteína e a gordura como fonte para produção de glicose. Porém, a proteína e a gordura têm menos capacidade de fornecer energia do que a glicose, sendo necessária uma quantidade maior destes dois para fornecer a mesma quantidade de energia que um volume menor de glicose forneceria.


Por isso, o emagrecimento ocorre de forma rápida, porém de forma pouco duradoura. Logo que a pessoa retoma os velhos hábitos, o corpo volta a ganhar peso, pois o que se perdeu foi praticamente líquidos e músculos.


Para evitar que o efeito sanfona aconteça, é importante seguir uma dieta gradual e progressiva, para o organismo se acostumar com as reduções de alimentos, aliada à prática de atividade física regular.


Uma dieta saudável é composta por todos os grupos de alimentos, cada um em quantidade específica e adequada. É importante comer mais vezes ao dia, consumindo menor quantidade de alimentos, para controlar o apetite. Quanto mais colorido o prato, sobretudo por verduras e legumes, mais saudável ele será.


Praticar atividade física também ajuda, já que aumenta o consumo de energia e acelera o metabolismo, favorecendo a manutenção do peso.

Matéria retirada do site Bem Leve

11 maio, 2010

Sal ou Sódio, qual o grande vilão???


Em todas as classes de renda no Brasil, a maior parte do sódio disponível para consumo provém do sal de cozinha e de condimentos à base de sal. Já a fração proveniente de alimentos processados com adição de sal aumenta muito e linearmente com o poder aquisitivo da família.

O problema vem aumentando na nossa população, a ação mais importante que cabe junto à indústria é a concordância na redução do conteúdo de sal em todos os alimentos industrializados.


O teor de sal, não mais o de Sódio, deve constar nas embalagens.


A população entende sal como perigo, não entende a palavra Sódio e não compreende a relação entre o mineral e o produto alimenta. A palavra Sódio gera confusão e não seguimento de recomendações.


Outro aspecto relacionado com advertências e educação em nutrição saudável seria constar nas embalagens (como ocorre nas embalagens de cigarros......) advertências ou recomendações ou ambos tais como... “O Ministério da Saúde adverte o consumo excessivo de sal é prejudicial”, ou “O Ministério da Saúde sugere redução do consumo de sal inferior a 6g.”


Estudos clinicos em modelos de dados informatizados, propoem o consumo de 3 gramas por dia de sal. Na analise envolvendo custos de tratamento de doencas relacionadas, mostrou uma reducao de 24 bilhoes de dolares em custos de saude por ano. Em numeros absolutos projeta-se uma reducao de 32 000 casos de AVCs, 44.000 casos de Infartos e menos 60.000 casos de novas doencas cardiovasculares.


Em outro estudo, propoe-se a reducao de 10% na ingesta de sodio, resultando em 32 bilhoes de dolares em custos de saude decorrentes de AVC e DCV de forma geral.

Matéria retirada do site Nutrição Clínica

10 maio, 2010

Influência da Suplementação de Carboidratos em Atletas na Função Imune

É sabido que o exercício prolongado reduz acentuadamente os níveis de glicogênio muscular, tornando constante a preocupação com sua reposição correta. Dessa forma, a ingestão de uma dieta rica em carboidratos é fundamental para o desempenho de todas as atividades esportivas, em todos os seus níveis, mas principalmente nos exercícios de alta intensidade e longa duração.

A lesão tecidual que ocorre após o exercício intenso e prolongado provoca uma resposta de fase aguda no nosso sistema imunológico, caracterizada pela liberação de citocinas pró inflamatórias e fator de necrose tumoral, sendo que essas atuam sinergisticamente. Além disso, citocinas pró inflamatórias liberadas em resposta à lesão muscular induzida pelo exercício exaustivo estimulam o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), sendo que isto promove aumento da liberação do cortisol ao mesmo tempo em que limita a liberação de interleucinas. É válido ressaltar que a diminuição da concentração plasmática de glicose está relacionada com a ativação do eixo HHA e o subsequente aumento da síntese e liberação de cortisol.

Uma série de intervenções nutricionais tem sido testada com o intuito de modular os efeitos induzidos pelo exercício intenso e prolongado sobre a resposta inflamatória e imune, sendo que os resultados mais positivos são observados com a suplementação de carboidratos. Alguns estudos recentes têm relacionado a ingestão de carboidratos durante o exercício de resistência aeróbica a fatores tais como: redução das respostas do cortisol, menor perturbação da contagem do número de células do sistema imune no sangue e diminuição da atividade fagocitária e oxidativa dos granulócitos e monócitos.

Em um estudo recente feito com 16 judocas, foi observado que a ingestão de bebida carboidratada pelos atletas durante uma sessão de treino resultou em uma possível proteção à saúde imunológica dos atletas. Em um outro estudo realizado com dez triatletas foi avaliado o efeito do exercício e da ingestão de uma bebida contendo carboidrato (6%) versus placebo sobre a resposta imune após 2,5h de corrida ou ciclismo. Foi observado que a ingestão de carboidrato, mas não a modalidade de exercício, influenciou significativamente as respostas plasmáticas de glicose e hormônios, promovendo diminuição das alterações na contagem de leucócitos e de citocinas no sangue.

Sendo assim, estes estudos indicam que atletas que utilizam desta estratégia nutricional em exercícios prolongado e intensos podem minimizar o estresse fisiológico e, com isso, proteger o sistema imunológico.


Matéria retirada do site RG Nutri

07 maio, 2010

Prazer, Quitosana!


Em 1811, o professor francês Henri Braconnot descobriu em cogumelos a quitina, antecedente direto da quitosana, e nomeou esse polímero inicialmente de fungina. Em 1823, o pesquisador Odier, isolou este material em insetos e passou a nomeá-lo de quitina, e finalmente em 1843, Payen, outro estudioso deste polímero, em um estudo mais detalhado, descobriu a presença de nitrogênio em sua estrutura.

A quitina é encontrada em grande quantidade na natureza, tendo como principais fontes as carapaças de crustáceos, notadamente caranguejo, camarão e lagosta, podendo também ser encontrada em insetos, moluscos e na parede celular de fungos. É a fibra natural de maior abundancia depois da celulose, apresentando uma larga diversidade de aplicações, sendo parte considerável de sua utilização destinada à produção de quitosana, porém sendo também aplicada na indústria têxtil e cosmética.


A quitosana pos sua vez, foi descoberta alguns anos depois, por volta de 1859, pelo professor C. Rouget em seus experimentos. Este polímero insolúvel em água é um excelente ligante, propriedade importante para aplicação nas áreas farmacêutica, alimentícia e de saúde. A Quitosana adere facilmente a polímeros naturais como pele e cabelo, constituídos por proteínas.


Este polímero vem sendo produzido há algumas décadas, e no Japão experimentou um considerável aumento na sua produção por volta dos anos de 1978 e 1983. A qualidade e as propriedades da Quitosana variam dependendo dos fatores empregados na sua fabricação, o que influencia de forma decisiva na característica do produto final. As aplicações deste polímero que mais se destacam na atualidade estão voltadas para a área de saúde, redução de peso e colesterol, produção de alimentos funcionais, assim como aplicação em cosméticos.


Outras áreas também despertaram interesse para a utilização deste material, como na proteção de semente, devido as suas propriedades bactericida e fungicida, na fabricação de vestimentas, produção de biomateriais, bandagens na cicatrização de cortes, além de tratamento de rejeitos industriais, entre outros. Essa fibra apresenta também aplicação na área veterinária, podendo ser adicionada na produção de ração, e em suplementos alimentares para animais.


As propriedades de absorção gordura e redução do colesterol são objetos de estudo de diversas pesquisas ao longo do mundo. A quitosana é tema das mais variadas publicações e alvo de diversas linhas de pesquisa e experimentos. Os benéficos fornecidos no consumo desta fibra são inúmeros, desde regulação da função digestiva, absorção de gorduras não permitindo sua absorção pelo organismo, redução dos níveis de açúcar no organismo.


O processo de absorção das gorduras pela quitosana se dá quando a fibra é ingerida antes da ingestão dos alimentos. Quando chega ao estomago, a fibra em contato com meio acido, se solubiliza transformando-se em gel. Este gel apresenta condições adequadas para atrair e capturar as gorduras presentes nos alimentos ingeridos, levando-as em direção ao intestino, onde a quitosana é solidificada formando um envoltório em torno das gorduras, não permitindo assim sua absorção pelo organismo.


Em média, a quitosana tem capacidade de ligar-se de 8 a 10 vezes seu peso em gorduras, o que representaria 8 gramas de gordura para cada grama de quitosana. Considerando a ingestão de 3 gramas diariamente de quitosana, é possível eliminar em torno de 24 gramas de gorduras, o que equivale aproximadamente a uma redução de 240kcal na dieta diária. Isso significa que mantendo uma dieta saudável e incluindo a ingestão da quitosana, é possível se obter uma perda gradual de peso.


A perda de peso ocorre devido ao processo que o organismo busca de utilização da reserva energética corporal para compensar o déficit causado pela absorção das gorduras pela fibra. Porém, só se observará resultado se não houver compensação calórica através da ingestão de alimentos ricos em açúcar ou massas, sobre o que a fibra não tem qualquer ação.


A quitosana é uma fibra natural de origem animal, e tal qual como as outras fibras, não possuem valor calórico, não são digeríveis e não fornecem energia ao organismo. Assim como, auxiliam na redução de toxinas, favorecem a redução de consumo de alimentos pela satisfação parcial que as fibras fornecem, a redução dos níveis de colesterol e dos níveis de risco de doenças cardíacas, além de outros benefícios.


Um aperfeiçoamento feito a esta fibra maximizando seus efeitos, foi a combinação da quitosana com o Psyllium, devido aos benefícios adicionados provenientes desta outra fibra. O Pantago psyllium é uma erva nativa da região mediterrânea, incluindo a África e Paquistão, sendo também encontrada na Índia e Irã do Norte. As partes utilizadas desta planta são as sementes e a casca, sendo uma fonte natural de fibras.


As fibras provenientes da Plantago psyllium são fibras solúveis de origem vegetal, com capacidade de absorver de 7 a 15 vezes seu peso em água. Devido a sua enorme capacidade de retenção de água, podendo aumentar em ate 10 vezes o seu tamanho original, o gel viscoso que se forma é capaz de se ligar a proteínas e carboidratos. O Psyllium apresenta propriedades laxativas e favorece a redução do peso corporal.


A união destas duas fibras representa um resultado surpreendente, pois a quitosana tem propriedade de agir sobre as gorduras e o psyllium tem sua ação voltada para os carboidratos e as proteínas, auxiliando ainda outro benefício da quitosana, a regulação intestinal, devido ao seu efeito laxativo. O Psyllium tem ação sobre a prisão de ventre e sobre a sensação de fome, promovendo ainda redução na concentração de insulina e glicose no sangue. Dois grande aliados no importante combate a obesidade.



Matéria retirada do site Polymar


06 maio, 2010

Alimentação da mamãe durante a amamentação

Proteínas, carboidratos, vitaminas, minerais e muitas fibras. Os nutrientes indicados para as mães que estão amamentando são os mesmos que qualquer pessoa saudável deve consumir. A única diferença é que, nesse período, a mulher precisa comer em maior quantidade para compensar o gasto calórico, que agora é maior. De acordo com o pediatra Paulo Pachi, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, as mães chegam a perder de 500 a 800 calorias diárias em decorrência do aleitamento. “Naturalmente, a mulher sente mais fome e, por isso, deve se alimentar bem até ficar saciada", aconselha.


Nenhum alimento é proibido durante a amamentação. Mas os médicos e nutricionistas recomendam dosar o consumo de cafeína. A ordem é não exagerar no café, chá preto e refrigerantes à base de cola, principalmente à tarde e à noite, pois essas bebidas podem prejudicar o sono do bebê. Quanto ao álcool, alguns estudos recentes mostram que ele pode contaminar o leite materno e interferir no sistema imunológico do bebê.


Água também é indispensável nessa fase. O corpo feminino necessita de uma boa reserva desse líquido para manter a produção láctea. O ideal é consumir quatro litros por dia, incluindo sucos e chás.


Os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 também não devem faltar no cardápio da mamãe. Eles são encontrados em peixes de água fria (salmão, truta, atum, bacalhau, anchova e arenque) e são importantes não só porque fazem um bem danado ao coração. Na verdade, são os únicos que melhoram a qualidade do leite materno. "O cérebro do bebê é formado basicamente por gordura e a ingestão desses alimentos pela mãe reforça as propriedades do leite materno essenciais para o desenvolvimento desse órgão", explica o pediatra Paulo Pachi. Além disso, ingerir essas gorduras do bem pode aumentar a sensação de saciedade nos bebês mais vorazes.


Matéria retirada do site Bebê