08 junho, 2010

7 diferenças entre o Milho e a Ervilha

Essa comparação considerou 01 xícara de chá de cada vegetal. Confira as diferenças!!!


1. Ossos fortes

Além de afastar a fadiga, o fósforo forma par com o cálcio para fabricar massa óssea novinha em folha. O milho vence o duelo disparado.
Milho ...............................89 mg
Ervilha ...............................1 mg


2. Atenção, hipertensos!

A verdinha tem mais que o dobro da quantidade de sódio, que faz a pressão disparar. Para mantê-la sob controle, fique com o milho.
Milho .............................260 mg
Ervilha ...........................560 mg



3. Puro músculo

A ervilha possui uma pitada a mais de proteínas, essenciais para turbinar os músculos e desenvolver os demais tecidos do corpo.
Ervilha ...............................5,3 g
Milho .................................2,3 g



4. Cheio de energia

Os carboidratos dão aquele pique para enfrentar o desgaste do dia a dia. Mais um ponto para a ervilha.
Ervilha ................................22 g
Milho ..................................15 g


5. Estômago protegido

As fibras não só regularizam o funcionamento do intestino como dão uma bela ajuda a quem sofre de gastrite. Nesse quesito, a ervilha sai na frente.
Ervilha ...............................4,5 g
Milho ..............................4,3 mg


6. Para viver mais

A vitamina E ajuda a manter o vigor das células do corpo por mais tempo. Aqui, a ervilha leva a melhor.
Ervilha ...............................9 mg
Milho ..............................0,4 mg


7. Silhueta esbelta

Quem está preocupado com o ponteiro da balança deve apostar no milho, que é menos calórico.
Milho ...............................83 cal
Ervilha ...........................109 cal


Matéria retirada do site Revista Saúde

Tira essa música da minha cabeça !!!!


Pessoal esse post não tem nada sobre alimentação, mas achei tão interessante o assunto que resolvi postar assim mesmo!!! Isso vive acontecendo comigo e imagino que com alguns de vocês também. Espero que gostem!!!


Entre 98 e 99 por cento da população já foi "infectada" pelo menos uma vez com uma musiquinha que parece grudar na cabeça e que nada consegue tirar. Mesmo sendo tão comum, esse fenômeno foi muito pouco pesquisado até hoje, e apenas alguns raros estudos científicos fazem referência a ele.

Segundo Andréane McNally-Gagnon, da Universidade de Montreal, no Canadá, na maioria dos casos o que ela chama de "vermes de ouvido" desaparecem após alguns minutos. Em outros casos, porém, a musiquinha pode ficar grudada na cabeça por horas ou mesmo dias.


Músicas que grudam na cabeça


Além de pesquisadora, Andréane também é música, sendo frequentemente infectada por um verme de ouvido - foi por isso que ela decidiu tentar entender melhor por que e como o fenômeno ocorre.

Para começar, ela fez uma pesquisa pela internet, pedindo a entrevistados de língua francesa para que eles classificassem 100 canções pop de acordo com sua capacidade de ser compulsivamente repetida dentro de sua mente.

As cinco campeãs foram: Cantando na Chuva (Gene Kelly), Live Is Life (Opus), Don't Worry, Be Happy (Bobby McFerrin), I Will Survive (Gloria Gaynor) e, em primeiro lugar, Ça fait rire les oiseaux, da sensação caribenha La Compagnie Créole.


Canções obsessivas


No laboratório, Andréane e sua colega Sylvie Hébert pediram a 18 músicos e 18 não-músicos para cantarolar e gravar suas canções obsessivas, e observaram seu estado emocional antes e depois.

Os pesquisadores descobriram que as infecções por vermes de ouvido duram mais tempo com os músicos do que com os não-músicos.


Como a música gruda na cabeça


O fenômeno ocorre quando os indivíduos estão geralmente em um estado emocional positivo e se mantendo ocupados com atividades não-intelectuais, tais como durante uma caminhada, que exige pouca concentração.

O estudo também revelou que a memória auditiva é capaz de replicar as músicas com precisão.

Uma nota é suficiente para que os músicos comecem a cantarolá-la novamente. Para os não músicos, o fenômeno da repetição é acionado por duas notas.


Processo neurológico


Já tendo verificado o fenômeno em termos comportamentais, agora as pesquisadoras pretendem descobrir como ele atua em termos neurológicos. Para isso elas vão analisar os voluntários usando ressonância magnética ou tecnologia de Estimulação Magnética Transcraniana.

"Os únicos estudos realizados até hoje a esse respeito analisaram indivíduos que imaginavam mentalmente uma canção," afirma Hebert. "Acreditamos que o processo neurológico é diferente com os vermes de ouvido, porque o fenômeno é involuntário".


Matéria retirada do site Diário da Saúde

07 junho, 2010

Dando um chega pra lá nos Triglicérides ...


PREFIRA:

  • Os cereais integrais (arroz, pão, biscoito, torrada, farelo de trigo);
  • Peixes ricos em ômega 3 (cavala, salmão, atum, truta e sardinha);
  • Folhosos verde-escuros (espinafre, couve, agrião, salsa, escarola, brócolis e chicória);
  • Carne bovina magra (coxão-duro ou patinho), frango sem pele;
  • Leguminosas (feijão preto, mulatinho, lentilha, grão-de-bico e fradinho);
  • Óleos vegetais (soja, canola e azeite de oliva extra-virgem);
  • Fracionar as refeições em 5 a 6 vezes/ dia;
  • Usar adoçante em substituição ao açúcar branco, mascavo, mel, melado e glicose de milho;
  • 1 col. (sopa) de semente de linhaça / dia na vitamina, iogurte ou suco;

EVITAR:

  • Refeições concentradas em carboidratos (massas e doces) e gorduras;
  • Alimentos à base de farinha de trigo refinada (pães, bolos ou biscoitos industrializados);
  • Mais do que uma unidade de pão francês ou 2 fatias de pão de forma integral por refeição;
  • Doces (balas, açúcar branco e mascavo, geléia, gelatina, doces em pasta, frutas em calda, bolos recheados, tortas, melado, mel, glicose de milho, chocolates);
  • Bebidas alcoólicas (cerveja, vinho, uísque, champanhe e licor);
  • Refrigerantes;
  • Preparações gordurosas (frituras, massas com molho cremoso, strogonof, empadões, tortas salgadas e pizzas).

Matéria retirada do site Banco de Saúde

06 junho, 2010

A Nutrição e o Levantamento de Peso


A prática esportiva do levantamento de peso começou no fim do século XIX, quando surgiram federações na França e na Rússia. A modalidade cresceu ao longo dos anos e no fim do século XX incluiu a participação de mulheres. No Brasil, foi a partir de 1910 que se iniciaram as primeiras competições de levantamento de peso. E em 1980 foi criada a Confederação Brasileira de Levantamento de Peso. Neste esporte, o que determina em qual categoria encontra-se o atleta é o seu peso corporal. Na competição, a disputa é dividida em arranco (colocar o peso em cima da cabeça num único movimento) e arremesso do peso em cima dos ombros para em seguida ergue-lo sobre a cabeça. A vitória é caracterizada por quem levantar mais peso.


Atletas de levantamento de peso de alto nível dedicam entre quatro e seis horas diárias ao treinamento. Para suportar toda a carga de treinamento exigida ao longo das sessões diárias e semanais, os desportistas devem contar com a assessoria de profissionais qualificados, como treinadores, médicos, fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas.

No levantamento de peso, assim como em outras modalidades categorizadas pelo peso corporal, os atletas freqüentemente limitam o consumo energético para reduzir o peso corporal, no intuito de se adequarem à categoria de peso inferior, tentando assim levar vantagem sobre os adversários. Como estes esportistas dedicam grande parte de seu tempo aos treinamentos e competições, o consumo calórico inadequado poderá resultar em problemas nutricionais, incompatíveis com a saúde e o ótimo rendimento. Em decorrência desse comprovado malefício – o déficit energético -, a dieta do atleta deve fornecer energia e todos os nutrientes essenciais ao organismo, em quantidades adequadas.


Os carboidratos são as principais fontes de energia para o corpo utilizar na hora do treino e competição. Quanto maior a intensidade e/ou tempo de duração do treino ou competição, maior será a participação dos carboidratos. De acordo com a Diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, a ingestão de carboidratos correspondente a 60 a 70% do aporte calórico diário atende à demanda de um treinamento esportivo. Os carboidratos são encontrados nas massas, pães, batata, mandioca, inhame, mandioquinha, frutas, grãos.


As proteínas são fundamentais na formação de massa muscular, além da produção de hormônios. Para os atletas de força, a proteína tem papel importante no fornecimento de “matéria-prima” para a síntese de tecido, sendo de 1,4 a 1,8g/kg de peso as necessidades diárias. Os alimentos fontes de proteínas são: carnes (vermelhas e branca), ovos, leite, queijos, iogurte.



Os lipídeos são importantes para os treinos de longa duração, para atingir o total de energia necessária durante o dia e para poupar o glicogênio muscular. Para a ingestão de gordura recomenda-se 30%, ou menos, do valor calórico total da dieta, sempre com moderação na gordura saturada.


A hidratação também exerce um papel muito importante na prática do esporte, pois é responsável pela manutenção da temperatura corporal e bom transporte de substâncias importantes para todo o corpo humano. A ingestão inadequada de líquidos é prejudicial ao desempenho atlético tanto em esportes de longa duração quanto nos exercícios intensos. Mesmo um grau leve de desidratação pode prejudicar a capacidade de desempenho e impedir um atleta de atingir o seu desempenho máximo.


Devemos ingerir líquidos antes, durante e após o exercício. A Diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte recomenda que o atleta beba cerca de 250 a 500ml de água duas horas antes do exercício. Durante o exercício recomenda-se iniciar a ingestão já nos primeiros 15 minutos e continuar bebendo a cada 15 a 20 minutos. E após o exercício, deve-se continuar ingerindo líquidos para compensar as perdas adicionais de água pela urina e sudorese.


Matéria retirada do site Rg Nutri

05 junho, 2010

Adeus Agulhas: começa teste com comprimidos de Insulina!


Depois de anos de pesquisas, vão começar os testes clínicos de primeiro nível com as pílulas de insulina, que prometem tornar mais fácil para milhões de pacientes em todo o mundo controlar o diabetes.

Este é o primeiro passo para que o medicamento possa, se aprovado, chegar às farmácias e libertar os diabéticos das picadas constantes para injeção da insulina no organismo.

O progresso mereceu a capa da última edição da revista Chemical & Engineering News, da Sociedade Americana de Química.


Insulina oral

A revista ressalta que os fabricantes de medicamentos têm tentado por anos desenvolver a insulina oral, mas sem muito sucesso.

A insulina é um hormônio peptídeo que as pessoas com diabetes tomam - por meio de injeção - para controlar o nível de açúcar no sangue.

O desconforto gerado pelas picadas é apontado pelos especialistas como a maior causa do descontrole dos níveis de açúcar no sangue, muito comuns nos pacientes diabéticos.

Isso poderia ser prontamente resolvido com um comprimido de insulina que permitisse substituir a injeção pela ingestão por via oral.


Revestimento do comprimido de insulina

O maior problema, contudo, é que os ácidos e enzimas do estômago destroem facilmente a insulina e outros medicamentos à base de proteínas.

Os cientistas tiveram muitas dificuldades para encontrar uma forma eficaz de eliminar este problema.

A solução foi encontrada com o desenvolvimento de revestimentos especiais para os comprimidos de insulina, que impedem o ácido do estômago de destruí-los.

Os cientistas também estão usando aditivos que tornam mais fácil para o intestino absorver moléculas grandes, como as da insulina.


Cautela

Vários comprimidos de insulina estão em diferentes fases de ensaios clínicos.

Agora, uma eventual demonstração de sua eficácia poderá permitir que eles passem para a fase final, com testes clínicos mais rigorosos.

Contudo, só o tempo dirá se as pílulas de insulina, tão esperadas, poderão realmente chegar ao mercado.


Matéria retirada do site Diário da Saúde

01 junho, 2010

Adoçante sacarina pode engordar mais que açúcar


Um estudo realizado em ratos nos Estados Unidos sugere que a ingestão de sacarina - tipo de adoçante usado principalmente em refrigerantes dietéticos - pode provocar aumento de peso maior que a ingestão de açúcar.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana, o sabor doce causado pelo consumo de sacarina estimula o sistema digestivo a se preparar para a ingestão de uma grande quantidade de calorias.

Se essas calorias não são ingeridas, eles afirmaram, o organismo fica desregulado e, como resultado, pede mais comida ou queima menos calorias, o que provocaria o aumento de peso.

O estudo, publicado na edição desta semana da revista científica Behavioral Neuroscience, gerou reações da indústria alimentícia, para quem a pesquisa "simplifica" as causas da obesidade.


Calorias

Para realizar o estudo, os cientistas acompanharam a alimentação de 17 ratos. Nove receberam iogurte adoçado com sacarina e oito com açúcar. Depois do iogurte, os animais receberam a dieta normal.

Após cinco semanas, os ratos que consumiram a sacarina ganharam 88 gramas, enquanto os que ingeriram glicose tiveram um aumento de peso de 72 gramas - uma diferença de mais de 20%.

Os ratos que tomaram o iogurte com a sacarina consumiram mais calorias e tiveram aumento de 5% na taxa de gordura do corpo, de acordo com o estudo.

"Os resultados claramente indicam que consumir alimentos adoçados com sacarina pode levar a um aumento de peso e da taxa de gordura maior do que o consumo de açúcares calóricos", diz o estudo.

Segundo Susan Swithers, uma das autoras da pesquisa, as experiências em laboratório indicam ainda que outros adoçantes artificiais, como o aspartame e o acessulfame K, que oferecem o gosto doce, podem ter o mesmo efeito da sacarina.


Críticas

O estudo gerou reações da indústria alimentícia. Em uma entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal americano Los Angeles Times, Beth Hubrich, uma das representantes dos fabricantes de refrigerantes dietéticos nos EUA, rejeitou os resultados da pesquisa.

Segundo ela, "o estudo simplifica demais as causas da obesidade". Além disso, afirmou, "a descoberta nos animais pode não ser verdadeira quando testada nos humanos".

Um porta-voz da Fundação Britânica de Nutrição afirmou que os resultados são "interessantes", mas não provam que os adoçantes podem ser prejudiciais nas dietas dos humanos.


Matéria retirada do site Nutrição Ativa