08 setembro, 2010

Antes de morrer você tem que comer !!!


Quando podemos aproveitar nossas férias numa viagem, ganhamos por conhecer cultura, geografia, clima e estilos diferentes aos nossos. A culinária é, além de uma alquimia, uma relação social. Domínio de segredos, repartidos com eleitos, talento pessoal, forma de ver o mundo, de entrar em contato com pessoas. Não há melhor forma de conhecer empaticamente uma cultura que através da comida.

Citamos alguns alimentos que devem constar na lista da próxima viagem e ainda colaborar com a boa saúde:

Uruguai
Chimarrão: bebida feita a partir da erva mate. A bebida é considerada chimarrão quando é cancheada, padronizada, moída e preparada para consumo com água quente A palavra chimarrão, que deriva do e cimarrón, em castelhano, tem significado idêntico a palavra marron, que na língua portuguesa, quer dizer clandestino.

Sabe-se que o comércio de mate e o preparo da erva foram em tempos passados proibidos no Paraguai, o que não impedia, entretanto, que clandestinamente continuasse em largo uso então nas colônias espanholas. É tradicionalmente consumido no sul do Brasil, Uruguai e Argentina.

Diversas evidências da atualidade têm demonstrado que a erva mate contém substâncias bioativas, as quais têm recebido especial atenção da comunidade científica. Cafeína, substância com ação estimulante do sistema nervoso central, aumentando o vigor para as atividades diárias, ácidos fenólicos e flavonóides que ajudam a combater o envelhecimento e atua na prevenção de doenças, tais como: o câncer, doenças no coração, diabetes e artrite. São as principais substâncias encontradas nesse produto.

Brasil - São Paulo
O Churrasquinho grego que tem origem européia consiste em um sanduíche de lascas de carne, preparada ao ar livre, acompanhada com vinagrete. Estes sanduíches são bastante consumidos e facilmente encontrados no centro da cidade de São Paulo.
È uma boa opção de lanche ou até mesmo nos dias mais corridos para substituir uma refeição. É composto por: carboidrato (pão), fonte de proteína (carne) e acompanha legumes (cebola e tomate).

O importante é ficar atento as condições de higiene, uma vez que pode oferecer sérios riscos à saúde desses consumidores, isso porque na maioria das vezes são preparados no próprio local ou armazenados de forma inadequada, podendo ser contaminados devido às condições higiênico-sanitárias insatisfatórias .

Alguns restaurantes com melhores condições de higiene oferecem outras opções de sanduíches capazes de mostrar o estilo paulista de refeições rápidas.

Espanha – Barcelona
Mercado da Boqueria e um ponto tradicional de reunião de moradores de Barcelona e turistas para almoço.

Os frutos do mar são os mais tradicionais, como camarões e as Navajas que são moluscos em uma concha comprida em forma de tubo. A comercialização deste molusco está em ascenssão na Europa, e todas as espécies de Navajas podem ser encontradas no litoral sul da península Ibérica.

As tapas –As tapas tem uma certa historia, que se escuta muito pelas ruas de Sevilla: Dizem os sevillanos que as tapas tem esse nome porque em tempos antigos, os copos de vinhos servidos em bares eram tapados com uma fatia de pao que quase sempre levava Jámon. Dai o nome tapa. E entao as coisas foram mudando o tempo passando e as tapas viraram um otimo negocio para os bares de Andalucia. O que no Brasil são conhecido como petiscos, são porções de presunto cru, queijo curado, azeitonas, etc.. também são bastante tradicionais, sempre acompanhadas por um copo de Cava (vinho branco).

Itália – Napoli
Napoli é a casa da pizza Napolitana, em certos restaurantes de Napoli a fila se extende até o meio da rua na hora do almoço com pessoas esperando pela tradicional pizza Marguerita napolitana (molho de tomate, queijo e majericão)

Itália – Sicília
Palermo na Ilha da Sicília é famosa por ser a casa do canoli, um doce típico em forma de tubo feito de massa cozida ao forno recheado de cremes de sabores diversos.

Grécia – Atenas O souvlaki (Σουβλάκι) é a comida de rua mais tradicional nas ruas da Grécia.
Nada mais do que um espetinho de carne grelhada (vaca ou cordeiro) que é servido com pão de alho frito e limão, pode ser acompanhado com vegetais grelhados.

Katakolon (Peloponesos) – Grécia
Não muito tradicional porém se vê com frequência no Peloponeso as patas de polvo grelhadas que são deliciosas. O polvo depois de ser pescado tem que ser fervido em uma panela de água quente e logo em seguida congelado para manter a maciez da carne antes de ser grelhado. É servido com azeite e sal grosso.

Lisboa – Portugal
Nas ruas de Lisboa não existe pessoa quem não conheça a Ginjinha, uma aguardente feita com cerejas frescas, e consumida em um bar tradicionalíssimo no centro de Lisboa, e também o Pastel de Belém, conhecido mundialmente.

O pastel de Belém tradicional é somente encontrado em Lisboa. Após a revolução liberal, onde os conventos foram fechados e o clero e os trabalhadores foram expulsos, surge a comercialização dos pasteis de Belém, pastel feito a base de nada, na tentativa de mantér a sobrevinência. Logo tornou-se um costume consumi-lo ao visitar o mosteiro, porém sua verdadeira receita sempre foi mantida em segredo.

O Pastel de Belém é feito de massa folhada e recheado com creme a base de ovos, leite, açúcar e creme de leite. Contêm grande quantidade de gorduras e calorias, por isso não deve ser consumido exageradamente.

Nova Iorque – Estados Unidos
Em qualquer esquina de Manhattan existe um carrinho de hotdog bagels que diferente do Brasil é um pão em formatado de rosca com a salsicha bem maior do que a que costumamos utilizar, além disso não existe tantas opções de acompanhamentos como purê, batata palha, apenas os molhos tradicionais katchup e mostrada.

França
Difícil mencionar uma comida típica de rua na França, já que este país é conhecido pela sua cozinha refinada. Porém é parte da tradição francesa a boa qualidade de seus pães, que constantemente são comprados pelos seus moradores na rua e carregados em baixo do braço até as suas casas.

O Croissant por exemplo, é uma palavra francesa, que significa crescente. Identifica um pão característico, de massa folhada em formato de meia-lua, feito de farinha, açúcar, sal, leite, fermento, manteiga e ovo para pincelar.

Não existe uma lanchonete na França que não sirva o Croque- Monsier, o misto-quente brasileiro ( recheio presunto e queijo) segue o mesmo princípio do croque, como é carinhosamente chamado por lá, mas é mais gostoso. Motivos: a qualidade do queijo (quase sempre o emental), a cobertura e a crocância, pois é passado no ovo antes de ser salteado na manteiga.

E também o Croque-madame: sanduíche francês semelhante ao croque-monsieur, acrescido de um ovo frito.


Matéria retirada do site Rg Nutri

07 setembro, 2010

Obesidade rouba 8 anos


De acordo com estudo divulgado em congresso internacional sobre obesidade na Suécia, pessoas obesas morrem, em média, oito anos antes em comparação com pessoas da mesma faixa etária sem distúrbios alimentares.

A pesquisa foi feita por uma equipe de dinamarqueses do Hospital Universitário de Copenhague, com 5.000 recrutas entre 20 e 80 anos. Dois mil deles eram obesos no início dos trabalhos. O estudo aponta que a tendência a engordar começa antes dos 20 anos. A partir desse patamar, a probabilidade de desenvolver obesidade diminui, conforme aponta o estudo.

Segundo os cientistas, o risco de morte prematura aumenta 10% a cada unidade acima do patamar de 25 pontos do Índice de Massa Corporal (IMC), estabelecido como limite para peso normal.

O valor leva em conta a massa de um indivíduo em função da altura para determinar a taxa de gordura.

"Com 70 anos, 70% dos homens do grupo com massa normal e 50% das pessoas obesas da pesquisa estariam vivos e nós estimamos que, a partir da meia-idade, as pessoas acima do peso morreriam oito anos antes na comparação", explica Esther Zimmermann, médico e coordenador do estudo.

Mesmo sem considerar mulheres, os pesquisadores do Instituto de Medicina Preventiva do Hospital, setor responsável pelo trabalho, acreditam que os dados corroborem estudos anteriores com o gênero.

Matéria retirada do site Banco de Saúde

06 setembro, 2010

Deficiências Nutricionais após a Cirurgia Bariátrica

Atualmente, a cirurgia bariátrica vem sendo indicada como uma das opções de tratamento para a obesidade mórbida, ou seja, pessoas com índice de massa corporal (IMC) maior do que 40 Kg/m².

Porém, algumas deficiências de nutrientes têm sido relatadas em estudos após este tipo de procedimento, o que pode potencialmente reduzir os benefícios que a cirurgia pode proporcionar.

As técnicas da cirurgia bariátrica podem ser divididas em três categorias: procedimentos restritivos (restringem a ingestão alimentar), malabsortivos (diminuem a absorção dos nutrientes) e mistos, que combinam os dois métodos anteriores.

Em pacientes que fizeram a cirurgia com técnicas restritivas, as deficiências nutricionais podem estar associadas com a ingestão insuficiente de alimentos, enquanto que nas técnicas malabsortivas, as carências podem estar relacionadas com as intervenções feitas no estômago e/ou intestino, que afetam o processo de digestão e absorção dos nutrientes.

De uma forma geral, algumas deficiências que podem ser citadas são: ferro, cálcio e vitamina D, vitamina B12, ácido fólico e zinco.

A deficiência de ferro é relatada em mais de um terço dos pacientes que fizeram este tipo de cirurgia. Nestes casos, a absorção do ferro é comprometida por conta da diminuição da ingestão de alimentos fonte (carnes, por exemplo), diminuição da quantidade de ácido gástrico (o que dificulta a digestão) e pela modificação no duodeno (parte do intestino onde a maior parte do ferro é absorvida). Esta deficiência pode se manifestar tanto logo após a cirurgia quanto 7 anos após o procedimento. Por isso, é importante que os níveis de ferro sejam monitorados regularmente nestes pacientes. Alguns estudos sugerem que a suplementação de vitamina C pode ajudar na deficiência de ferro por ajudar no processo de absorção do mesmo.

Existe também as chances destes pacientes desenvolverem déficits de cálcio e vitamina D, acompanhado de problemas ósseos. Isso porque os principais locais de absorção do cálcio se encontram na parte do intestino que é modificada pela cirurgia.

A deficiência de vitamina B12 (também conhecida como cobalamina) pode ocorrer pela diminuição da secreção de ácido gástrico no estômago, que pode ocorrer após a cirurgia. Além disso, também há uma diminuição na secreção do fator intrínseco, fator este que auxilia na digestão e absorção desta vitamina.

O zinco é absorvido no duodeno e no jejuno proximal, que também podem ser alterados pela cirurgia. Algumas manifestações da deficiência de zinco incluem função imunológica prejudicada (diminuição do desenvolvimento e ativação dos linfócitos T), alterações no paladar, problemas na cicatrização e acrodermatite enteropática, uma síndrome caracterizada por lesões avermelhadas, escamosas e descamativas na prega nasolabial e nas mãos. Queda de cabelo também é comum após a cirurgia bariátrica e pode ser um indicativo da deficiência deste componente. Quase 50% dos pacientes apresentam diminuição dos níveis de zinco, e 11% dos pacientes tem baixos níveis de zinco apesar da ingestão diária de suplementos.

Baixos níveis de certos micronutrientes podem ocasionar alguns problemas. A deficiência de vitamina B12 juntamente com a deficiência de ácido fólico pode ocasionar anemia megaloblástica. A deficiência de cálcio e vitamina D pode desencadear uma desmineralização óssea. E, por fim, o ferro encontrado em baixos níveis caracteriza-se como anemia ferropriva.

Diante do exposto, o compromisso do paciente e da equipe de profissionais da saúde com o acompanhamento a longo prazo e com a administração de suplementos para compensar as deficiências é vital, assim prevenindo e tratando problemas nutricionais e metabólicos que são tão comuns neste tipo de procedimento.


Matéria retirada do site Rg Nutri

05 setembro, 2010

Receita do Dia

Tabule de Quinoa


Ingredientes

1 xícara (chá) de quinoa em grãos

1 tomate médio picado em cubos sem pele e sem sementes

1 cebola média picada

1 dente de alho grande picado

3 colheres (sopa) de salsinha picada

2 colheres (sopa) de hortelã picada

Suco de 1 limão

2 colheres (sopa) de azeite de oliva extra-virgem

1 colher (chá) de sal

Modo de preparo

Leve ao fogo médio uma panela pequena a quinoa com 2 xícaras (chá) de água filtrada. Deixe cozinhar por 25 minutos, com a panela parcialmente tampada, até que a água seque.Coloque a quinoa em uma tigela e deixe esfriar.

Misture todos os ingredientes restantes a quinoa, mexa bem e leve a geladeira.

Minutos antes de servir tire o tabule da geladeira e deixe descansar em temperatura ambiente. Pode ser servido com pão sírio e coalhada seca.

A Quinoa, ou Quinua Real, como também é conhecida, é um grão originário da Bolívia, com alto poder nutritivo, possui proteína de alta qualidade, baixo teor de colesterol, além das grandes quantidades presentes de: vitaminas (B1, B2, B3, C e E),minerais (magnésio, potássio, ferro, zinco e manganês).Contém fibras que colaboram com o bom trabalho intestinal, ajudam no controle dos níveis de colesterol e glicemia no sangue, entre outras funções importantes para o organismo.Não tem o glúten em sua composição, dessa forma as pessoas com intolerância ao glúten, a chamada doença celíaca, também podem desfrutar deste alimento.



Matéria retirada do site Nutriplena

04 setembro, 2010

Conheça o Agave


O Agave é extraído da Agave Azul Tequilana, uma espécie de cactus nativa do México, usado na produção de tequila. As plantas do Agave são uma valiosa fonte de matéria prima devido ao seu alto poder de adoçar podendo ser utilizado para fins diversos.

A partir dela é produzido um extrato ou xarope que substitui o açúcar e é 100% natural. Isso porque na sua composição contem um alto teor de frutose, sendo que o xarope possui 95% de frutose e 5% de glicose e ausência de sacarose. Outro benefício é que o xarope de agave é livre de resíduos e compostos tóxicos.

Pode ser usado em diversas preparações, podendo ser utilizado como edulcorante na substituição do açucar, potencializador de sabores naturais, como por exemplo, em frutas, ou na culinária, adoçando panquecas, bolos, pães, doces. Chegando a adoçar até três vezes mais comparado ao açúcar refinado.

O extrato de Agave um produto orgânico certificado, tem coloração amarelo clara, seu odor é agradável e a textura mais suave que o mel, além de ter sabor neutro não alterando o sabor dos alimentos. Possuí uma ótima facilidade de se dissolver em líquidos, mesmo que sejam frios. Por isso, tem características adequadas para a utilização na indústria alimentar e de bebidas.

Hoje em dia já se tem estudado outro benefício desse cacto. Segundo estudo publicado por Gómez et al, (2009) a Agave aumentou significativamente a população de bífido bactérias, tendo ação direta na microbiota intestinal humana.


Matéria retirada do site Rg Nutri

01 setembro, 2010

Muito Prazer, Spirulina !

O que é a Alga Spirulina?

A Spirulina é uma alga microscópica azul esverdeada composta por uma única célula e que torna a luz solar em energia activa.

É uma das primeiras formas de vida concebidas pela natureza há mais de 3.6 biliões de anos atrás. A Spirulina contém biliões de anos de sabedoria evolutiva no seu DNA e é o fruto da primeira forma de vida fotosintética da Terra.

Vista ao microscópio, a Spirulina tem uma côr azul esverdeada e tem o aspecto de um espiral de longos e finos filamentos.

Algae Spirulina Microscopic

A Spirulina é excessivamente adaptável e ocorre numa ampla variedade de ambientes, incluindo a água fresca, nascentes tropicais, água salgada e salinas.

A Spirulina é cheia de nutrientes e muito fácil de ser digerida. Comercialmente, a Spirulina está disponível em pó, comprimidos e cápsulas ou adicionadas a alimentos e medicamentos tónicos.

Existem várias formas de algas preciosas e nos últimos 40 anos a Spirulina tem vindo a ser a escolhida pelas suas características nutritivas. Muito antes de se tornar a favorita da indústria de comida saudável, a Spirulina era, há séculos atrás, o alimento regular dos Norte Africanos e Mexicanos. Hoje em dia, muito gente à volta do globo já se apercebe que a Spirulina é um alimento poderoso com grande potencial como fonte de alimento completo, medicamento e recurso bioquímico.

Muitas pesquisas concentraram-se no cultivo e colheita daquilo aque carinhosamente chamam de “o verde”. Foi descrito como “probiótico” e “super alimento”.

O cultivo da Spirulina também trouxe interesse porque, assim como outras microalgas, a Spirulina é extramente adaptável, mesmo quando sujeita a condições extremas. Por ser rica em nutrientes e possuir uma capacidade para se desenvolver em condições adversas, a Spirulina tem um enorme potencial para ser uma fonte de alimento que ajudará a alimentar e a nutrir as populações do mundo.

Como planta, a Spirulina é incrivelmente rica contendo um equilíbrio de nutrientes que, virtualmente, fazem dela um “alimento completo” – capaz de manter a vida sem a necessidade de outros alimentos.

A Spirulina fornece vitaminas, muitos minerais, amino ácidos essenciais, carbohidratos e enzimas. A Spirulina é, pelo menos, 60% proteína de vegetal, a qual é pré digerida pela alga, tornando-a um alimento altamente digerível. Tem mais proteínas do que qualquer outro alimento. O seu perfil fora de série também inclui os ácidos gordurosos essenciais, os ácidos gordurosos GLA, lípidos, os ácidos do núcleo (RNA e DNA), complexo B, vitamina C e E e os químicos vegetais, tais como os carotenóides, clorofila (purificador do sangue) e ficocianina (um pigmento azul), a qual é uma proteína, que se sabe, evita o cancro.

Uma quebra, em termos nutritivos, de alguns dos suplementos, normalmente, mais disponíveis revela uma comparação impressionante.

Como é que cresce?

A Spirulina cresce em lagos alcalinos naturais. A cultura da Spirulina é parte da nova era da agricultura ecológica. A componente chave da produção de Spirulina é a luz do Sol e é dada atenção à medição da temperatura e aos níveis de oxigénio.

Porque os pesticidas e herbicidas matariam muitas formas de vida num lago, os cientistas de algas aprenderam a equilibrar a ecologia do lago sem usar essas substâncias prejudiciais.

Esta forma de aquacultura representa uma das soluções necessárias à produção de alimentos enquanto se restaura o planeta.